Sustentabilidade e iniciativa são as palavras-chaves para quem quer se sobressair no mercado de trabalho nos dias de hoje. Em todas as áreas: política, econômica e sociais. Entidades como a Associação de Jovens Empreendedores (AJE), Associação Internacional de Jovens Líderes (Aiesec, na sigla em francês) e Câmara de Desenvolvimento Lojista Jovem de Fortaleza (CDL Jovem), ganham destaque na formação de lideranças empresariais. Com um diferencial: é uma nova geração com consciência social e sustentável.
Relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade, a sustentabilidade propõe atitudes que equilibrem a atividade humana e o preenchimento de sua necessidade com a preservação da biodiversidade e ecossistemas naturais.
Estudiosos defendem que uma gestão com consciência sustentável significa vantagem competitiva.
A presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC), Roseane Medeiros, diz que sustentabilidade é importante em todas as áreas. Na reciclagem, no consumo consciente, na racionalização de bens materiais.
Cenário
A discussão é importante tanto para os jovens quanto aos mais velhos. “É insustentável viver como no passado”, diz. Daniel Lima, presidente da Aiesec, diz que essa conscientização existe, mas que “na prática, ela se perde”. Apesar da falta de “proatividade”, ele diz que um novo cenário poderá ser construído.
Roseane diz que inserção do jovem no mercado de trabalho é preocupante, pois o emprego tradicional passa por mudanças. Para Allan Sankey, presidente da AJE de Fortaleza, o Ceará tem um potencial econômico muito grande e se encontra num “ritmo de crescimento frenético”.
Ele diz que o problema não é a falta de emprego, mas a escassez de profissionais capacitados. A Aiesec, em Fortaleza há três anos, aprimora as experiências de liderança ao criar um ambiente de profissionalismo e realizar trabalhos cada vez mais próximos ao padrão de qualidade exigido no mercado.
O projeto tem parceria com o terceiro setor e empresas privadas e recruta estudantes para intercâmbios e trabalhos em organizações locais. Para Daniel Lima, da Aiesec, a meta é formar agentes de mudança global com consciência para agir.
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